Sensação não só na música, Djonga abre Tattoo Shop em bêagá

Em coquetel apenas para convidados nesta segunda-feira, o mais novo empreendedor do rap nacional abriu as portas de seu primeiro negócio

 

Quem achava que o menino que queria ser Deus não iria mais surpreender o rap nacional ainda no primeiro semestre do ano, tá aí! Em plena segunda-feira rolou um coquetel de inauguração do mais novo passo do nosso atleta.


Logo depois de um final de semana onde ocupou o mesmo palco que Criolo e Mano Brown, ícones nacionais, Gustavin Djonga não se ateve a revolucionar o rap nacional com a originalidade que apresenta a cada lançamento e abriu um estúdio de tatuagem em Belo Horizonte, na zona leste, de onde veio!

O estúdio intitulado Sensação Tattoo Shop, advindo da expressão que consagrou o artista na cena quando usada em Atleta do Ano REMIX e depois em Olho de Tigreabriu as atividades ao público a partir de hoje, terça-feira, 19 de junho e conta com, além de aplicação de piercing e realização de tattoos, uma área para venda de artigos streetwear com empresas parceiras como HARDER, QUEM (marca local) e CEIA.

Bons entendedores saberão decifrar o peso da mensagem de um preto, antes dos 25, ao invés de morto estar fazendo história não só na música, mas traçando seu próprio futuro, como o mesmo cantou em Junho de 94: “Chegar aqui de onde eu vim é desafiar a lei da gravidade, pobre morre ou é preso nessa idade”. Quase nunca o poder vem parar em nossas mãos. Não fomos criados pra investir, pra criar, pra decidir que caminho trilhar… mas aparentemente Gustavo tem feito bom uso dele.

O estúdio é localizado na Rua Tenente Anastácio de Moura, 430 – bairro Santa Efigênia – Belo Horizonte – MG e conta com o trabalho dos tatuadores Tatiana (@tatilinces) e Marcelo (@marcelosiqueirasm), e da body piercing Carla (@carlapiercer). Hoje, dia de inauguração, quem visitar o estúdio ganhará uma senha e participará de um sorteio.

Mais que uma vitória pessoal para Djonga, essa é uma conquista pro público, pra comunidade preta e pro Rap nacional enquanto contracultura. Estamos vivos!

Obrigada Djongador!

 

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