10 nomes do rap goiano para ficar de olho em 2019

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Em conjunto com Mariana Magalhães foi elaborada uma lista de 10 artistas de Goiânia e região que podem tomar a cena de assalto esse ano. A lista foi baseada em visões pessoais e lançamentos anunciados que chegaram até nós. Menções honrosas para: Blxxds Vg, Thygs e Yná.

Yanz

O produtor começou a se destacar em 2017, enquanto fomentava a cena de trap da cidade. Trabalhando com nomes já estabelecidos da região, como DZ e Mahatma, se juntou de outros grandes músicos da área e formou a Fraternidade. Com mais de 10 lançamentos semanais, incluindo um EP, chamaram atenção suficiente para lançar 2 Mixtapes no primeiro ano do coletivo. Na segunda mixtape, Yanz ainda se mostrou capaz de produzir boombaps cheios de classe. Além das produções, o Jovem Yanz rima e oferece sempre linhas férteis.

DeVito

Em 2017 lançou o clássico depressivo do jovem comum, “devito está triste”. O EP minimalista e reflexivo foi o ponto de destaque do rapper que já chamava a atenção com alguns lançamentos solos. Sempre muito espiritualizado e real, foi integrante do Fora do Habitat, que lançou album também em 2017. Neste ano, em outra vibe, fez o hit viciante “Gol Bola”, lançou a embrasante “Flow Cirilo” e ainda um EP romântico, de gente como a gente, “Primavera”. Primavera conta com clipe, simples, tal como a temática, para a faixa “Calor”. Para 2019 já tem anunciado uma mixtape, um single lançado e encabeça a Empire Records.

Jan

Trapper nato, estiloso e possessor do lendário “Flow Mc Marcinho”, o integrante da Juminai Gang do centro-oeste sempre se destacou -até roubando algumas faixas da Juminai Tape-. Com experiência de palco com a Jang, aprendeu o suficiente para ter o show da noite em qualquer evento que tocasse. Em 2018 lançou um trapfunk com produção de L3ozin, chamada Baile. O único homem com a moral de usar auto-tune na voz natural ainda lançou “Noites em Claro”, com produção própria, onde mostra que o bigode fininho é visível, mas a patente alta do goiano é ainda mais evidente. Tem feat com Yanick confirmado pra abrir o ano.

Sonnin

O verdadeiro trapstar do gueto. Tem a lendária história de abandonar o corre para investir em música, gravando seu primeiro EP dentro de um guarda roupa com isolamento acústico improvisado. Com seu grupo, em duo com Jefs J, o Controverso literalmente fez a cidade tremer sem ter álbum. Carismático, edita os vídeos de seu canal, edita também os clipes, nos quais sempre tira uma onda, sem perder a qualidade séria. O PobreStar do gueto ainda faz beats. Comemorando o aniversário de Cristo, lançou o primeiro single da Eggstape. mix de seu grupo pra 2019.

Jimy

Parte do coletivo NoizPorNoiz, Jimy é cantor, rimador e produtor nato. O coletivo não é de hoje, mas cada vez mais se firma como para a eternidade. Seja segurando a barra cantando em refrão, seja com versos bem construídos ou seja simplesmente produzindo, Jimy é uma das principais engrenagens do coletivo que ajuda a movimentar a cena. Suas apresentações ao vivo sempre lhe renderam destaque, pela forma que se torna quase um maestro com a energia do público.

Pikeno

Vindo direto do cenário de freestyle para os estúdios, PKN é um jovem em ascensão e completamente inserido na cultura do rap goiano. Teve o começo de seu destaque quando foi campeão da Batalha do Galpão e em sequência lançou “Glória Maria”, em conjunto com Nocivo Shomon. É integrante do selo NEO, que é uma boate dedicada ao hip-hop e produtora musical. Recentemente participou do clipe de estreia da produtora Beckstage.

Criolin

Também advindo do freestyle, brotou vencendo as maiores batalhas da cidade e começou a gravar uns versos canetados. Correu pelo meio da cena durante anos até se encontrar no final de 2018 e passar a ser destaque. Com diversos elogios ao seu estilo de rimar intrinsecamente goiano, já gravou com nomes de reconhecimento nacional.

VH

Surgindo do nada como quem quer tudo, o jovem é o nome que mais cresce na cena goiana e muito técnico. Com uma estileira própria de rimar, abusando de wordplays, tem tudo para seguir roubando a cena em feats com suas referências filosóficas e capacidade melódica. Está finalizando sua primeira mixtape “Pele Negras, Máscaras Brancas”.

Mana Black

A mina é simplesmente braba. E tá cheia de sede. Sede de conquistar empoderamento pra todas as manas, sede de empoderar o movimento negro e muita sede de virar no rap carregando estas bandeiras. Tem clipes lançados e bem editados, com direção e produção de ninguém menos que a própria Mana Black. Recentemente participou de um show da Karol Conka e se mudou para SP na busca de matar a sede.

Luz Negra

Ela vem há tempos se tornando não só parte da cena, como um dos focos. Luz Negra que sempre cantou, rimou e atuou faz parte do Wu-Kazulo, que desde a sua formação virou sinônimo de boa noite. O grupo que já tem um álbum ficou conhecido por ter o melhor show de Goiânia e região. Luz Negra por sua vez, com apresentações solo obteve destaque semelhante e precisa apenas tentar para tomar o mundo.

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