Diomedes Chinaski faz show no Rio de Janeiro no próximo dia 3 apresentando a mixtape “Comunista Rico”

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Pela primeira vez no Rio de Janeiro, depois de passar pelas principais cidades do país, Diomedes Chinaski chega na Cidade Maravilhosa no próximo dia (03) com o show da Mixtape Comunista Rico, no emblemático Teatro Odisseia.

A festa está marcada para começar às 23h com ingressos a preços populares. Akira Presidente e Thai Flow (índia repentista também estão confirmados na line. No comando das pickup: MSE e N- BOMB.

A Comunista Rico foi considerada pelos críticos um dos melhores álbuns de música de 2018, mas ressaltar que se trata de uma mixtape. Diomedes é dono de grandes obras como: Réquiem e Ressentimentos I e II. O último sendo todo produzido por Dj Caique. Chinaski não considera que nenhuma delas possam ser chamadas de disco e promete seu álbum de estreia ainda esse ano.

Morando em São Paulo desde o ano passado, Chinaski nos contou o que se encontra em processo criativo do disco: “O processo é onde a mágica acontece. Estou focado no álbum. Envolvido em todos os detalhes junto a minha equipe. Já escolhi o nome, mas não posso revelar ainda. Não vamos decepcionar”. Questionado sobre as participações: “Vai ter umas minas foda no projeto”.

Na “Comunista Rico”, foram várias participações. Nomes como Don L, Djonga e Felp deixaram linhas viciantes. O rapper explica a ausência das minas.

”Colocamos a mixtape na rua com três meses estando residindo na cidade. Algumas músicas já estavam prontas. A vinda para São Paulo era só pra fazer um clipe. Enxergamos uma oportunidade e não desperdiçamos. Foi uma corrida contra o tempo. Um tiro no escuro. Ficamos todo esse tempo na casa de um de outro. Se não desse certo, a gente tinha que voltar.Chamei quem estava mais próximo. Quem realmente acreditava. Não tinha grana, o orçamento da mixtape foi de 3 mil reais que minha produtora conseguiu. Tivemos apoio de muita gente. A maioria não era da cena. Essas pessoas foram fundamentais. Não teve mulher nas rimas, mas teve mulheres pretas, nordestinas na produção executiva. E se não fosse elas não teria a mixtape. Com o disco vai ser diferente”.

A carreira do rapper vem sido gerenciada pela Aqualtune Produções desde que ele saiu da PESQUAD. A produtora pernambucana é protagonizada por mulheres negras de periferia que tem como o principal objetivo profissionalizar artistas periféricos e inseri-los no mercado.

O rapper promete um bate cabeça histórico. E fiquem ligados: antes de subir no palco do Teatro Odisseia, Chinaski marca presença na Rádio Rio Mix onde vai participar do programa Hip-hop Mix comandado por Aori Sauthon e Diana Bouth, às 23h. Sintonizem!

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